quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Kauffmann Consultoria de Imóveis: Novo consumidor pede imóvel segmentado
Kauffmann Consultoria de Imóveis: Novo consumidor pede imóvel segmentado: As incorporadoras precisarão segmentar seus empreendimentos para atender às necessidades de moradia dos diferentes perfis de consumidor b...
domingo, 23 de setembro de 2012
Imóveis diferenciados: A realidade de um dos setores mais importantes de ...
Imóveis diferenciados: A realidade de um dos setores mais importantes de ...: A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, órgão ligado a Universidade de São Paulo, realizou a mais ampla pesquisa já feita sobre o merc...
sábado, 22 de setembro de 2012
A realidade de um dos setores mais importantes de qualquer economia.
A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, órgão ligado a Universidade de São Paulo, realizou a mais ampla pesquisa já feita sobre o mercado imobiliário brasileiro.Os técnicos da Fipe analisaram os preços de imóveis em 40 cidades mais o Distrito Federal que, juntos contaram com 50 milhões de pessoas e representam um quarto da população brasileira.Trata-se de um esforço inédito no país para conhecer a realidade de um dos setores mais importantes de qualquer economia.
No seu conjunto, a pesquisa mostra um vigor impressionante do mercado brasileiro.Nos 12 meses encerrados em março, a alta média dos imóveis foi de 23%, a segunda maior do mundo - só perdemos para a Índia.
Mas a observação mais importante diga respeito aos últimos seis meses.Fica claro que o ritmo louco de valorização parece estar perdendo fôlego de 8,4%, número ainda robusto, mas bem menor que os 13,5% do mesmo período um ano antes.
Quanto a ideia de 'nova era1 passou a permear a imaginação das pessoas, os preços dos imóveis ficaram fora de controle.Agora essa escalada parece perder a força-diz Robert Shiller, professor de economia da Universidade Yale e uma das maiores autoridades mundiais no assunto.
A percepção de que os preços estavam num ritmo insustentável, liada às incertezas do mercado internacional, fez com que o consumidor brasileiro começasse a demorar mais tempo para fechar uma compra.Se há dois anos em São Paulo vendiam-se empreendimentos inteiros em um único final de semana, agora leva-se em média dois meses para desovar os lançamentos."Não há mais desespero.Os consumidores têm analisado cada projeto com calma", diz Mirella Correa, sócia da imobiliária Lopes.O número de unidades financiadas em todo o país no primeiro trimestre deste ano caiu 1% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança.É a primeira reversão no ritmo nos últimos dez anos.Essa desaceleração está sendo sentida nas incorporadoras.Em 2010, a velocidade de vendas em nove capitais do pais foi de 15%, ou seja, de cada 100 imóveis disponíveis para a venda no mês, 15 foram negociados.
Nos primeiro três meses de 2012, esse porcentual foi de 10,4%."O setor é muito é muito sensível à percepção de preços", diz Fábio Nogueira, presidente da Brazilian Mortgages, a maior companhia hipotecária do país."Quando eles sobem muito, as pessoas tendem a esperar que caiam para comprar".
Continuarei...No próximo assunto...o detalhamento dos valores de imóveis novos e usados em mais de 1000 bairros analisados.
No seu conjunto, a pesquisa mostra um vigor impressionante do mercado brasileiro.Nos 12 meses encerrados em março, a alta média dos imóveis foi de 23%, a segunda maior do mundo - só perdemos para a Índia.
Mas a observação mais importante diga respeito aos últimos seis meses.Fica claro que o ritmo louco de valorização parece estar perdendo fôlego de 8,4%, número ainda robusto, mas bem menor que os 13,5% do mesmo período um ano antes.
Quanto a ideia de 'nova era1 passou a permear a imaginação das pessoas, os preços dos imóveis ficaram fora de controle.Agora essa escalada parece perder a força-diz Robert Shiller, professor de economia da Universidade Yale e uma das maiores autoridades mundiais no assunto.
A percepção de que os preços estavam num ritmo insustentável, liada às incertezas do mercado internacional, fez com que o consumidor brasileiro começasse a demorar mais tempo para fechar uma compra.Se há dois anos em São Paulo vendiam-se empreendimentos inteiros em um único final de semana, agora leva-se em média dois meses para desovar os lançamentos."Não há mais desespero.Os consumidores têm analisado cada projeto com calma", diz Mirella Correa, sócia da imobiliária Lopes.O número de unidades financiadas em todo o país no primeiro trimestre deste ano caiu 1% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança.É a primeira reversão no ritmo nos últimos dez anos.Essa desaceleração está sendo sentida nas incorporadoras.Em 2010, a velocidade de vendas em nove capitais do pais foi de 15%, ou seja, de cada 100 imóveis disponíveis para a venda no mês, 15 foram negociados.
Nos primeiro três meses de 2012, esse porcentual foi de 10,4%."O setor é muito é muito sensível à percepção de preços", diz Fábio Nogueira, presidente da Brazilian Mortgages, a maior companhia hipotecária do país."Quando eles sobem muito, as pessoas tendem a esperar que caiam para comprar".
Continuarei...No próximo assunto...o detalhamento dos valores de imóveis novos e usados em mais de 1000 bairros analisados.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
RITMO MAIS LENTO NOS PREÇOS DOS IMÓVEIS.
Os preços dos imóveis no Brasil aumentaram bastante no último ano, mas a alta perdeu a força nos últimos seis meses.
No últimos seis anos, com o destravamento do crédito imobiliário, cerca de 1 milhão de famílias brasileiras conseguiram realizar o sonho da aquisição de uma casa para ter uma base sólida e criar os filhos.
E como as construtoras passaram a lançar prédios cada vez mais luxuosos e confortáveis com lazer espetáculares, intensificou-se o costume de medir o status social de uma pessoa com base no número de metros quadrados e na localização do imóvel em que mora.A demanda começou a elevar os preços num ritmo alucinante.Em 2009, a alta no valor dos imóveis no país foi de 22%, a terceira maior do mundo.Daí vei 2010, onde a valorização chegou a 25% e o Brasil ficou em primeiro lugar no ranking das maiores altas.
Nesse processo, o mercado imobiliário brasileiro se tornou o mais caro da América Latina.Quem comprou sua casa antes do BOOM viu seu patrimônio dar um salto.E milhões se sentiram deixados para trás-pessoas que pensaram demais e acabaram atropeladas pela alavanche.Impedidas de realizar o projeto da casa própria, da recente expansão imobiliária pareciam fadados a comprar algo aquém do plano inicial, ou condenados ao aluguel.A boa nova:o filme pode ter um final feliz.Fica claro que o ritmo louco de valorização parece estar perdendo fôlego.Adesaceleração fica evidente em seis das principais capitais brasileiras:São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo horizonte, Recife e Fortaleza. "O ciclo de alta no mercado imobiliário brasileiro está diretamente relacionado à expansão da economia"
No últimos seis anos, com o destravamento do crédito imobiliário, cerca de 1 milhão de famílias brasileiras conseguiram realizar o sonho da aquisição de uma casa para ter uma base sólida e criar os filhos.
E como as construtoras passaram a lançar prédios cada vez mais luxuosos e confortáveis com lazer espetáculares, intensificou-se o costume de medir o status social de uma pessoa com base no número de metros quadrados e na localização do imóvel em que mora.A demanda começou a elevar os preços num ritmo alucinante.Em 2009, a alta no valor dos imóveis no país foi de 22%, a terceira maior do mundo.Daí vei 2010, onde a valorização chegou a 25% e o Brasil ficou em primeiro lugar no ranking das maiores altas.
Nesse processo, o mercado imobiliário brasileiro se tornou o mais caro da América Latina.Quem comprou sua casa antes do BOOM viu seu patrimônio dar um salto.E milhões se sentiram deixados para trás-pessoas que pensaram demais e acabaram atropeladas pela alavanche.Impedidas de realizar o projeto da casa própria, da recente expansão imobiliária pareciam fadados a comprar algo aquém do plano inicial, ou condenados ao aluguel.A boa nova:o filme pode ter um final feliz.Fica claro que o ritmo louco de valorização parece estar perdendo fôlego.Adesaceleração fica evidente em seis das principais capitais brasileiras:São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo horizonte, Recife e Fortaleza. "O ciclo de alta no mercado imobiliário brasileiro está diretamente relacionado à expansão da economia"
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